Sábado, 12 de Março de 2011
Hoje.. vou a caminho de uma Manifestaçao
Não porque sim, não porque é mais uma, não porque está na moda ser assim, reivindicativo (apesar de achar que reivindicamos muitas coisas, mas poucas de real valor ...), ou porque tem música e comes e bebes...
A caminho de uma Manifestação por acreditar que se podem desenvolver os mecanismos adequados para valorizar quem se esforça e se empenha realmente por trazer melhorias à sociedade e penalizar quem se aproveita das lacunas organizacionais e legislativas para parasitar e destruir a estrutura social, democrática e funcional da nossa nação!!
Por acreditar que apesar de termos chegado a este estado por nossa (povo) culpa, podemos mudar isso e alcançar muito mais para cada um e não somente para os que fizeram do "chico-espertismo" a arte de viver.
Por fazer da minha forma de estar na vida a aprendizagem e auto-formação constante, de modo a melhorar a vida dos que me rodeiam, melhorar a minha vida...e por acreditar que sendo este um caminho, todos o podem trilhar (cada um o seu), pois aprender é viver e todos conseguimos aprender com o próprio mundo que nos rodeia e a com a vida vivida com valor.
Porque não acredito num mundo acabado onde me limito a colher o que este me pode dar e por acreditar que muito lhe posso também dar.
Vou a caminho de uma Manifestação, para dizer que posso ajudar a melhorar o Mundo que me rodeia e que estou disponível e apto aos desafios que aí vêem, pois quero viver num país civilizado, sem sair de Portugal!
Terça-feira, 8 de Março de 2011
Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011
Demo...cracia?
(grego demokratía, -as, governo do povo)
Domingo, 19 de Dezembro de 2010
Boas festas ...
Sei que já rodou o planeta...e eu também o fiz rodar...mas aqui fica em substituição de todos os sms's que os tempos de crise mandam poupar :D...
Boas festas para toda a gente
Sábado, 29 de Maio de 2010
Por Ricardo Araújo Pereira...
O Ministério da Educação continua entretido com programas e avaliações e ignora aquilo de que o nosso sistema educativo precisa: professoras nuas. Primeiro, por uma questão de disciplina. Nenhum aluno arrisca a expulsão da sala onde lecciona a Miss Fevereiro.
Segundo, por razões de concentração no estudo. Qualquer jovem aluno já deu por si a imaginar a professora sem roupa. Eu não fujo à regra, e aproveito a oportunidade para pedir desculpa à Irmã Genoveva. Mas os alunos de professoras que posam na Playboy não perdem tempo com distracções dessas: não precisam. Se querem ver a professora despida, abrem a revista na página 49. Na sala de aula, concentram-se na compreensão da matéria.
Terceiro, para conseguir o desejado envolvimento da comunidade no processo educativo. Os encarregados de educação mais desinteressados passam a frequentar todas as reuniões de fim de período: os pais desejam ver a professora; as mães desejam verificar se os pais não se entusiasmam demasiado com o visionamento da professora. Padrinhos que não vêem o afilhado desde a pia baptismal virão de longe para se inteirarem do aproveitamento escolar do miúdo.
Infelizmente, a vereadora da Educação da Câmara de Mirandela pensa de outro modo. A exibição pública voluntária do corpo nu está interdita às docentes. Não se sabe a que outras profissões se alarga esta inibição. Canalizadoras podem posar sem roupa sem desprestigiar o nobre ofício de vedar uma torneira? Empregadas de escritório podem deixar-se fotografar nuas sem melindrar os carimbos? Ninguém sabe ao certo, mas parece urgente definir com rigor que outras profissionais estão deontologicamente impedidas de fazerem com o seu corpo o que quiserem.
Mais do que a suspensão, deve colocar-se em causa a recolocação da professora. O receio de alarme social levou a Câmara a retirar a docente do contacto com os alunos e a enviá-la para o arquivo municipal. Ora, o contacto com bibliotecários de óculos grossos que não vêem uma pessoa do sexo feminino nua desde 1977 não será mais perigoso e socialmente alarmante do que o convívio com jovens? Fica a pergunta, para reflexão das autoridades fiscalizadoras da nudez."
obviamente que ninguém diria melhor :)
e assim vamos neste país pseudo-pudico e hipócrita!
Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Tecnologia e Metodologia. A escola do futuro e o futuro da escola.
Após a reflexão... como dinamizar e como utilizar a tecnologia na sala de aula dos tempos de hoje? Proponho um site com recursos tecnológicos de Matemática assim como Português e Ciências da Natureza e Ambiente e lanço o desafio, façamos um brainstorming de como podemos utilizar estes recursos nas nossas salas? Antes de abordar os temas e servir de plataforma de lançamento das discussões? Depois de trabalhados os conteúdos e como forma de "concretização" dos mesmos em modo mais "visual"? Deixar os alunos utilizá-los de forma autónoma? Como dinamizar uma aula recorrendo a recursos semelhantes?
http://www.citi.pt/bd/downloads_bloq.asp
Sábado, 10 de Abril de 2010
Velho por novo...velho.

É daquelas coisas que vale a pena reflectir...no PSD saiu uma fonte de ideias velhas e com cheiro a mofo, no entanto o seu novo novo presidente vem trazer ideias "novas", como a criação de uma comissão de... velhos?!?!?
Não que eu tenha alguma coisa contra a 3ª idade, ou não acredite que sejam pessoas muito competentes onde a ética seja um ponto de princípio - uma ética adaptada ao século XX leia-se - mas é preciso não esquecer que o mundo e a sociedade não são estáticos e que mesmo a ética e os valores estão sujeitos a mudanças.
Tudo isto me leva a reflectir e na verdade não me recordo dos "velhos do Restelo" trazerem inovação e dinamismo para o país (posso estar a ficar velho e não recordar...ou ser demasiado novo para me lembrar)...só conversa meio gasta e pouco dinâmica de nacionalismos e funcionalismos bolorentos e cheios de pó.
Devido às ideias de velhos e novos velhos continuamos a apostar mais em quem não traz nada de novo, em detrimento de ideias jovens e inovadoras criadas e veiculadas pelos jovens.
Também já estou a ver os mais radicais (não de pensamento, mas de falta dele) a apoiar a ideia e a dizerem que os jovens são "rascas" e que lhes falta experiência, ética e valores ...blá blá blá...o que não percebem é que já não estamos no tempo da guerra às bruxas, nem do apoio radical ao sol poente e afins (há muito tempo mesmo). Aquilo que era rasca à 20 anos "rasca", hoje é relativizado com alguma facilidade, aquilo que era falta de experiência à 20 anos pode hoje ser fruto da vontade de inovação, onde impera a ideia de que se não tentarmos também não aprendemos e evoluímos, com ideias em bruto a "jorrar". Por fim, a ética e os valores hoje, são e devem ser diferentes daqueles "criados" no tempo...há muito tempo. Não que hoje não devam ser norteados de forma basilar em valores universais, mas daí a serem retrógrados e assíncronos.
É preciso não confundir ética e valores, mas ultimamente parece-me que não são os jovens que mais confundem a ética profissional com os valores (leia-se valor moeda), vendendo com relativa facilidade os seus "conhecimentos" profissionais. Sim, porque aos jovens imberbes e inexperientes poucos dão oportunidades, preferindo comissões...de velhas raposas (imagino o porque desta expressão...hummm!!!)
e assim vamos, como uma loja de antiguidades a tentar vender computadores de alta-gama...
Domingo, 28 de Março de 2010
Pelo que leio nos comentários
"A lasca de osso encontrada na Sibéria terá pertencido a uma espécie humana desconhecida - e hoje extinta - que coexistiu há 40 mil anos com os Neandertais e o homem moderno."
Aos poucos, vou também tirando conclusões pessoais...
Existem pelo menos duas formas de pensar, provenientes da mentalidade, da inteligência e da formação que cada um promoveu para si próprio. Por um lado temos os idiotas e míopes intelectuais. Estes indivíduos primam pela sua estupidez fantástica (e fanática) de não saber ou querer saber distinguir teorias científicas aceites pela comunidade, não só científica internacional mas também pela população mundial. Esquecem-se com toda a certeza que foram precisamente as teorias da evolução e todos aqueles que tanto criticam que lhes permitiu escrever e comentar aqui neste espaço (mas são demasiado idiotas para perceber isso). Sim, porque as teorias evolucionistas também já evoluíram, desenvolvendo alterações às suas ideias iniciais, aceitando actualmente a evolução não só no âmbito da biologia, mas em todos os aspectos da vida, inclusive os sociais e tecnológicos. E se tudo correr bem, mesmo as novas teorias irão evoluir...é assim como a vida!
Finalmente, por outro lado, temos aqueles que usando de lógica, axiomatizações, leis científicas gerais e específicas, compondo e melhorando teorias e definições, aceitam a mudança e consequentemente a evolução natural da vida. Percebem a necessidade de mudança e da sua pormenorizada compreensão, na tentativa de evoluir cometendo o menor número de erros possíveis e de alguma forma tentando evitar erros do passado. Estes são aqueles que souberam perceber que a sua formação constante é fundamental para perceber o mundo onde vivem e compreender a própria evolução natural das coisas.
Contudo, ainda existe demasiada douta estupidez, onde a sua forma de pensar em tudo se assemelha à dos dos idiotas e míopes intelectuais e seus paradigmas que referi anteriormente. A única diferença é que se encontram formados (mal formados é certo, mas são...), têm algum poder e que de variadas formas vão atrasando o conhecimento, o desenvolvimento e consequentemente a evolução, tal idade média parasitada pelas pseudo-teorias da igreja.
Para concluir, é fácil perceber que é às custas desta miopia intelectual e de formação que se desenvolvem todos os tipos de fanatismos e extremismos conhecidos...
Sejamos abertos ao conhecimento e evolução e talvez possamos um dia conhecer um mundo e uma vida melhor. Quiçá esta nova espécie referida no texto já tenha desaparecido precisamente pela idiotice que se veio a revelar na espécie que agora se julga dona da verdade e que tem tanta renitência em criticá-la e investigá-la...
e assim vamos...
Sábado, 27 de Março de 2010
pormenores...nada menores!!!
"Segundo os jornais 'Público' e 'i', o professor de Música que se suicidou a 9 de Fevereiro deste ano, parou o carro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa, e atirou-se ao rio Tejo. No seu computador pessoal, noticiam os dois diários, deixou um texto que afirmava: 'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio', disse o licenciado em Sociologia.
O 'i' coloca o 9B no centro deste caso, escrevendo que os problemas do malogrado professor tinham como foco insultos dentro da sala de aula, situações essas que motivaram sete participações à direcção da escola, que em nada resultaram.
E à boa maneira portuguesa, lá veio o director regional de Educação de Lisboa desejar que o inquérito instaurado na escola de Fitares esclareça este caso. Mas também à boa maneira deste país, adiantou que o docente tinha uma 'fragilidade psicológica há muito tempo'.
Só entendo estas afirmações num país que, constantemente, quer enveredar pelo caminho mais fácil, desculpando os culpados e deixar a defesa para aqueles que, infelizmente, já não se podem defender.
É assim tão lógico pensarmos que este senhor professor, por ter a tal fragilidade psicológica, não precisaria de algo mais do que um simples ignorar dos sete processos instaurados àquela turma e que em nada deram? Pois é. O 'prof' era maluco, não era? Por isso, está tudo explicado.
A Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), à boa maneira portuguesa, colocou psicólogos na tal turma com medo que haja um sentimento de culpa. E não deveria haver? Não há aqui ninguém responsável pela morte deste professor? Pois é, era maluco, não era?
José Joaquim Leitão afirmou que os meninos e meninas desta turma devem ser objecto de preocupação para que não haja traumas no futuro. 'Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Trata-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa', afirmou.
Toca a tomar conta dos meninos e meninas porque não pode haver um sentimento de culpa. É verdade! O 'prof' era louco, não era?
Não estou a dizer que haja aqui uma clara relação causa-efeito. Mas alguma coisa deve haver. Existem documentos para analisar, pessoas a interrogar, algumas responsabilidades a apurar. Por isso, neste 'timing', a reacção da DREL é desequilibrada. Só quem não trabalha numa escola ou não lida com o ambiente escolar pode achar estranho (colocando de lado a questão do suicídio em si) que um professor não ande bem da cabeça pelos problemas vividos dentro da sala de aula em tantas escolas deste país.
Não se pode bater nos meninos, não é? Os castigos resultantes dos processos disciplinares instaurados aos infractores resultam sempre numa medida pedagógica, não é? Os papás têm sempre múltiplas oportunidades para defenderem os meninos que não se portaram tão bem, não é? É normal um aluno bater no professor, não é? É normal insultar um auxiliar, não é? É normal pegar fogo à sala de aula ou pontapear os cacifes, não é? É normal levar uma navalha para o recreio, não é? É também normal roubar dois ou três telemóveis no balneário, não é? E também é normal os professores andarem com a cabeça num 'oito' por não se sentirem protegidos por uma ideia pedagógica de que os alunos são o centro de tudo, têm quase sempre razão, que a vida familiar deles justifica tudo, inclusive atitudes violentas sobre os colegas a que agora os entendidos dão o nome de 'bullying'?
De que valem as obras nas escolas, os 'Magalhães', a educação sexual, a internet gratuita ou os apelos de regresso à escola, uma espécie de parábola do 'Filho Pródigo' do Evangelho de São Lucas (cap.15), se as questões disciplinares continuam a ser geridas de forma arcaica, com estilo progressista, passando impunes os infractores?
Só quem anda longe do meio escolar é que ficou surpreendido com o suicídio do pequeno Leandro ou com o voo picado para o Tejo do professor de Música. Nas escolas, antigamente, preveniam-se as causas. Hoje, lamentam-se, com lágrimas de crocodilo, os efeitos. O professor era louco, não era? Tinha uma clara fragilidade psicológica, não tinha? Pobre senhor. Se calhar teve o azar de ter que ganhar a vida a dar aulas e não conheceu a sorte daqueles que a ganham a ditar leis do alto da sua poltrona que, em nada, se adequam à realidade das escolas de hoje."
Ricardo Miguel Vasconcelos
in: http://www.correiodominho.pt/cronicas.php?id=1403
Domingo, 21 de Fevereiro de 2010
idiotas...de escala planetária...ou génios de tragédia de cordel
Há qualquer coisa de muito errado com o sismo do Haiti. Senão vejamos:
1 - A cobertura mediática exaustiva e esmagadora, tipo 11 de Setembro, incomparavelmente mais extensa do que a do sismo de Banda Aceh (grau 9) e do subsequente tsunami, onde morreram mais de 200.000 pessoas;
2- O envio maciço de tropas americanas armadas para o Haiti, como uma força de ocupação;
3 - O envolvimento de quase todas as mega-organizações globalistas, desde a ONU até à AMI, numa escala não vista aquando da catástrofe de Banda Aceh;
4 - A localização, a profundidade e a abrangência do sismo: aparentemente, localizou-se o epicentro mesmo junto à capital (ver o ficheiro Intensity.jpg), não tendo repercussões de monta para além de um raio de pouco mais de 50 Km, o que é inverosímil para um abalo desta magnitude. O que é facto é que não há notícias nem de estragos nem de vítimas na República Dominicana - que partilha com o Haiti a mesma ilha - ou em Cuba. Depois, o abalo dá-se longe das grandes falhas tectónicas que passam entre Cuba e o Haiti (ver Haiti sismo.jpg). Por fim, tanto o grande abalo como TODAS as réplicas se concentraram na mesma área, e a 10 Km de profundidade, tal como numa série de outros sismos posteriores, do Irão à Argentina (ver Sismos TODOS a 10 Km de profundidade.doc). A probabilidade disto acontecer é muito remota.
Tudo isto dá que pensar. Repare-se que NENHUM dos «resorts» turísticos do Haiti ou da República Dominicana foi danificado, apenas a capital arrasada, tendo toda a energia do sismo sido aí descarregada. Há quem fale em arma secreta, talvez uma deflagração nuclear subterrânea a grande profundidade (10 Km), com o intuito de fazer parecer um desastre natural, e a invasão ser travestida de «ajuda humanitária». É que 30.000 «marines» em armas não se poderão propriamente encaixar nessa classificação.
Um caso a investigar, e a estar alerta para sismos de área muito limitada, como este (recordemos que o de Lisboa, em 1755, teve o epicentro a 200 Km a SW do cabo de S. Vicente, e o abalo arrasou praticamente Portugal (muito maior que o Haiti) e parte de Espanha e Marrocos). Ou seja, teria o sismo do Haiti sido verdadeiramente um «sismo» ou o abalo provocado por outros meios? E as dezenas de réplicas todas no mesmo sítio, à mesma profundidade, como o desabar parcial de uma mega-caverna deixada por uma explosão? Ficção? Ou coincidências incríveis?
Estas ideias não estão a ser avançadas por aqueles gajos que dizem que os ET's têm bases submarinas no pacífico e que os EUA sabem e têm contactos regulares com eles? ...verosímil...
e assim vai o nosso planeta pejadinho de idiotas (leia-se gente cheia de ideias ultra-super-mega interessantes).
Domingo, 17 de Janeiro de 2010
"EU CONHEÇO UM PAÍS"
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade pelo Mundo.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive... PORTUGAL.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam -se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, OutSystems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo.
É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, e gravíssimos problemas no ambiente e na saúde... do que se atrasou em relação à média UE...etc.
Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso.
É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso
Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"
Pena que este tipo de discurso não surja nas nossas tv's, jornais, dia-a-dia...país onde se ganha mais com a desgraça alheia que com as vitórias do país...assim vamos!
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Gripe A - H1N1

A França está confrontada com um enorme erro de estimativa. Quando se instalou o pânico internacional sobre a Gripe A, o país comprou dezenas de milhões de doses de vacinas. Agora, está a tentar vendê-las a outros países, já que estão em causa centenas de milhões de euros. E há outros países a fazer o mesmo, como a Alemanha e a Holanda. Em Portugal, o Ministério da Saúde garante que não há vacinas em excesso. in http://tv1.rtp.pt/noticias
Pois claro, quem será que se está a rir neste momento de charuto na mão e contas bem recheadas? Eu não sou com certeza...e de qualquer forma, tantos técnicos e tantos estudos e falham as estimativas desta forma e por valores tão grandes? Afinal são mais contas recheadas do que aquelas que eu imaginava...e nós não falhámos as estimativas? Caramba, devemos ser mesmo muito bons...pena que não façam uso dessa inteligência nas demais necessidades do país.
Portanto...pergunto-me o que será feito dos lotes (leia-se milhões de lotes) de vacinas nunca utilizados aqui à um par de anos durante o stress da gripe aviária que nunca chegou a "vir"...???
e assim vamos, com tanta inteligência de capoeira, comprada nas revistas e tablóides populistas!
Domingo, 13 de Dezembro de 2009
Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
dá que pensar...
António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo acordado pelo despertador (Made in Japan) às 07:00h da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapore) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
O Ministério da Economia de Espanha estima que, se cada espanhol consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria um número muitíssimo significativo de postos de trabalho.
SERÁ???? Dá que pensar...
fonte: (texto recebido por email)
Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
e se a filha fosse deles?

fonte
o mundo do cinema anda a dar palmadinhas nas costas do maroto...querem ver que até foi tudo uma brincadeira para deixar a criancinha mais descontraída para a sessão fotográfica?
Já lhe ouvi chamar muita coisa, mas o nível de criatividade desta gente ultrapassa-me...
O pobre do Michael Jackson foi "chupado" até ao tutano por ter dado "bolachinhas com leite" a criancinhas (pobre dele que não se pirou dos EUA). Este senhor, que tem uma técnica bem mais sui generis para descontrair as incautas modelos de 13 anos, "dá-lhes" com amor e muito carinho e depois "dá de fuga" do local do crime. Inteligente não é?
Mas o incrível é que sendo apanhado 30 anos depois, em 2 segundos arranja um séquito de apoiantes (aqui pelo burgo chamam-se de pedófilos) que exigem ver o senhor nas ruas outra vez. Será que a lei só foi feita para alguns? Ou estes indivíduos são pagos para fazerem este papel e tudo não passa de um filme publicitário? Seja como for não deixava de ser muito engraçado se não fosse a idiotice de tal ideia...
A minha pergunta será sempre a mesma, será que esta gente teria a mesma opinião se a filha tivesse sido a deles? Claro que temo respostas positivas, uma vez que desta gente não seria de estranhar que ficassem orgulhosos...tal a dimensão da idiotice que os movimenta :S
E assim vamos neste planeta de loucos...
Sábado, 19 de Setembro de 2009
ainda há quem opine com seriedade!
TVI - A Minha Leitura (José Niza)
Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.
É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior ("Eu sou a Manuela Moura Guedes"!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por "ideias delirantes", de grandeza ou de perseguição).
MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são "ignorantes"; considera-se "um alvo a abater"; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem "fretes ao governo" e de serem "cobardes"; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que "nunca fizeram a ponta de um corno na vida"; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma "porcaria"; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc.
E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser "imparcial", "equidistante", "ponderado", ela responde: "Então metam lá uma boneca insuflável"!
Como é que a uma pessoa que assim "pensa" e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável? Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer - e como sublinhou Mário Soares - esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.
Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.
Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido. J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR. Até aqui, nada de especialmente especial.
O que já não está bem - e é criminoso - é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições. Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI.
Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: "O que parece, é"! E eles aprenderam.
- 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: - "Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista"! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio... Não tinha. "O que eu quero é ser jornalista"!
Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe: "Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir". A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez - no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha - a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo.
P.S. - A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes. E se eu soubesse o que sei hoje...
e assim vamos...com mais ou menos (des)informação
Domingo, 13 de Setembro de 2009
debate de vontades
Sobre o debate, também só quem não quis é que não viu a diferença de preparação para mostrar as condições do pais e os possíveis caminhos. Mais uma vez, vimos uma Dra Ferreira Leite a fazer nada e a dizer que não a quase tudo e o Eng. José Sócrates a mostrar que trabalha e se prepara afirmando que só fazendo se pode errar e tentar corrigir erros e evoluir, pois essa é a sua função.
...mas é como tudo, quando vivemos num pais em que constantemente se anda a "atirar pérolas a porcos".
e assim vamos na nossa política...
Sábado, 4 de Julho de 2009
pensamento para hoje...
(Descartes)
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
de más educações e outras afirmações

Finalmente alguém com cabeça no sítio para dizer algumas verdades...subiu 100 pontos na minha consideração. Pena que alguns exemplos típicos da "boa conduta" portuguesa venham agora dizer que o senhor está a "cuspir no prato onde comeu"...o que esperar de um país com uma literacia como o nosso?!?
Que tal um Eno para a azia?
...e assim vamos!
Sábado, 6 de Junho de 2009
de educação e outras formações...
Hoje em dia mais do que tentar perceber certas e determinadas problemáticas, faz-se moda discutir sem grandes fundamentos algo tão importante como a Educação. Até porque a mesma não é nada do que era à 20 anos atrás, uma simples sala de aula.
Hoje a Educação quer-se global e inclusiva. Significa isto que é essencial a responsabilização de toda a Sociedade para a educação do indivíduo (individual e colectivo), sendo esta o maior pilar para o desenvolvimento de uma cultura dita civilizada. Este pressuposto é demasiado importante para tanta demagogia e "peixeirada" de um povo mais interessado na bola e telenovelas e que se lembra de vez em quando de mandar os seus “bitaites” pouco reflexivos.
A necessidade urgente de fazer algo produtivo pelo nosso maior tesouro (a educação) só por si significa que ninguém pode ficar de parte ou delegar funções a terceiros. Começando nos principais responsáveis da escola/educação formal, aos responsáveis pela educação informal e não formal é fundamental que cada um desenvolva de forma consciente, inteligente, reflexiva e empenhada as suas "funções". Deste modo ninguém ultrapassará as competências de ninguém e faremos com que a cooperação seja funcional e exequível, caminhando no sentido de uma excelência necessária à educação.
Quanto aos encarregados de educação, permitam-me afirmar que são por si só reflexo da própria sociedade em si. A eles pede-se-lhes que sejam Pais, e isto é algo que não é fácil, mas presumindo-se que a partir do momento que o maioria (ainda quero acreditar nisto) decidiu que o queria ser, se predispôs a sê-lo em todas as suas exigências, não relegando tarefas suas a outros "profissionais", algo está a correr mal...
A desorientação cultural, de formação pessoal e moral que esta sociedade atravessa, demonstra que tudo o que disse ser essencial para uma educação séria e virada para o futuro, está a anos de luz de ser atingido no nosso país. Não por estruturas mal organizadas, não por ideologias desactualizadas, mas sim porque como indivíduos produtores e produtivos, estamos no pior desempenho que se possa imaginar. Como consigo afirmar isto de forma tão "ligeira"? Simples: observo com atenção o que é valorizado no nosso país…o chico-espertismo, tão bem caracterizado por Eduardo Prado Coelho, o facilitismo, o laxismo e a pouca vontade de dar uso ao órgão que nos distingue de outros animais, o cérebro. Fátima, futebol e fado? Exacto, a bola é o que é, e Fátima? Quando os pais de hoje mais depressa levam os filhos a Fátima do que à Gulbenkian...Quanto ao Fado? Nem é preciso dizer muito quando nos é mais fácil dizer que o nosso "fado" é este e nada adianta tentar mudar...
Como mudar então esta tendência? Comecemos por parar de atirar a culpa nos outros, assumir a nossa dose de responsabilidade e tentar mudar mentalidades, começando claramente na nossa.
Ler e aprender, criticar de forma proactiva e não tão-somente reactiva, querer conhecer mais estudando e evoluindo a cada passo dado, querer ir mais longe, deixar de dar valor a mesquinhices e afins como as "problemáticas" do futebol e os "mexericos da telenovela e da vizinha do lado".
Até lá, começando nos pais e terminando nos professores e todos os outros profissionais da sociedade, longe estaremos de alcançar o tão ambicionado sucesso social e intelectual, combustível da evolução.
Sou professor e ainda não sou pai, mas tenho a certeza que não sou "cego intelectual" e uso os meus sentidos para observar o mundo que me rodeia, fazendo uso da cabeça para mais do que bonitos penteados...
(Comentário feito no blog: http://dererummundi.blogspot.com/2009/06/os-professores-tem-de-ser-professores.html?showComment=1244325153910#c4812671572993795889)

